Desde os avanços tecnológicos, os cientistas vêm efetuando testes em animais para auxiliar à saúde humana. Com isso, pode-se perceber uma melhora gritante na expectativa de vida do homem. Por esse motivo, tornou-se necessário esses experimentos, desde que, se preconizem a bioética e a fabricação de vacinas e fármacos.
Na contemporaneidade, existem ativistas que defendem os métodos alternativos. No entanto, esse pressuposto ainda não apresenta resultados satisfatórios. O professor e pesquisador da UFPR, Aleksander Roberto afirma que "a substituição total dos animais é impossível". Nesse sentido, os experimentos em animais são precisos, pois esses possuem uma genética semelhante ao do ser humano, evitando assim danos no sistema imunológico do homem que pode vir ao óbito.
Em contrapartida ao pensamento em sentido dos maus tratos existem diversos equívocos, pois esses estudos são norteados por normas regidas pela Concea. Além disso, a bioética exige cuidados com os animais para que as pesquisas sejam válidas, sobretudo precisam estar engajadas nos padrões da ANVISA. Logo, o fornecimento de alimentos, de água e uma moradia benéfica devem ser ofertadas.
Recentemente, descobriu-se a vacina terapêutica contra a doença de Chagas, testada em camundongos obtendo 80% de eficiência, segundo a revista Plos Phantogens. Isso se deve aos estudos experimentais nos animais, adquirindo resultados plausíveis para a medicina. Dessa forma, permanecer as análises para elaboração de vacinas e fármacos para combater as endemias é de fundamental importância.
Sendo assim, os animais são de grande valor para saúde do homem, mas também os laboristas necessitam seguir os padrões bioéticos para assim as pesquisas terem êxito. Logo, é essencial palestras para abordar o tema e esclarecer dúvidas, sem mencionar a fiscalização que precisa está presente nos centros de experimentos. Além da sociedade acompanhar o desenvolvimento tanto do processo científico, como dos medicamentos.,

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