Porque há o direito à leitura, então eu leio.

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Poesia de sexta-feira I

Quando as luzes apagam 
Não tem branco, não tem preto 
Não tem cor de cabelo 
Nem homo, nem hétero 
Só há corpos 
Dançando 
Exalando 
Queimando 
Os desejos ocultos 
No cotidiano aprisionados 
A censura do social 
Que contém o carnal 
Que tira do ser a sensualidade natural 
Mas quando as luzes apagam 
Ah... 
Não tem quem censure 
Não tem quem segure 
Não tem quem se prenda 
Não tem quem dedure.

Eduardo Henrique

Share:

0 comentários:

Postar um comentário

Popular Posts

Copyright © Vernaculando | Powered by Blogger

Design by ThemePacific | Blogger Theme by NewBloggerThemes.com | Distributed By Blogger Templates20