Os animais têm sido utilizados em testes desde muito tempo. Ativistas, atualmente, questionam a necessidade e a utilidade, uma vez que muitos desses experimentos resultam em reações adversas no organismo humano. Também questionam as formas como os animais são tratados antes, durante e após a realização dos testes.
As aplicações do teste variam nos diferentes casos. A vivissecção, abertura do animal vivo, é utilizada para analisar o efeito do produto experimentado no metabolismo da cobaia. Esta técnica é bastante condenada pelo sofrimento causado aos animais. Contudo, em outros tempos, foi o que proporcionou as descobertas sobre a circulação sanguínea, vacinas e antibióticos que aumentaram a expectativa de vida humana.
Seguindo uma ideologia maquiavélica, os fins justificavam os meios para os cientistas do passado. Visto que 51,5% das empresas e faculdades abandonaram os testes em animais, segundo a revista Abril, estas tornaram os mesmo meios dispensáveis. Muitos cientistas, veterinários e pesquisadores apoiam os testes em casos que sejam indispensáveis para a eficácia do resultado.
Em 2009, a USP desenvolveu uma pele sintética que substituiria os testes, ao menos de cosméticos, em animais. Porém, por falta de capital, o projeto foi abandoado. Contudo, reforça-se que não substituiria os testes em que o comportamento interno fosse estudado.
Portanto, as alternativas viáveis são o refinanciamento dessa pele artificial e maior investimento em pesquisas que gerem alternativas para dispensar o uso de animais. Contudo, quando for o caso reforçado pelos cientistas, ou seja, quando indispensável, as cobaias devem ser utilizadas. E, enquanto não há dispensação, que os padrões bioéticos sejam respeitados, a fim de minimizar o sofrimento do animal.
Eduardo H.

Como posso conseguir seu contato Eduardo? Se email, algo assim...
ResponderExcluir